Visualizações de página do mês passado

sábado, 27 de novembro de 2021

Coletânea 2020 - atrasada mas antes tarde que nunca

 Pra você que gosta de música boa,

segue a playlist fodarástica, um compilado das 61 músicas, de tudo que ouvi em 2020. Breve lanço a de 2021.

Parte da minha vivência no meio da pandemia e de tantos outros problemas estão ai. 

Tentei compartilhar a playlist no spotify, não sei se consigo por aqui.

As mais tocadas de 2020








Há... braços!

Planeta dos Cachorros - Crônica 1

Planeta dos Cachorros

Crônica 1

Encontrei hoje Sr. Carlos no elevador. Um senhor de 70 anos. Encontrei-o muito preocupado para sua idade. Parecia estar ansioso com alguma coisa. 

- "Bom dia Sr Carlos, como vai o senhor?"

- Bom dia... com um pouco de pressa - respondeu Sr. Carlos de forma ríspida e apressada

Ele segurava seu cachorro no colo, Albert, um Lulu da Pomerânia requintado. O cachorro vestia seu casaco amarelo, de marca Zeep dog, uma das mais caras das vitines do Shopping dos Cachorros, que fica ali no bairro Praia da Costa. Usava também meias listradas brancas com estrelas, da marca Homepet, uma das mais luxuosas. O cachorro parecia não estar muito feliz. Sua cara entregava. Talvez ele só estivesse querendo ser um cachorro.

Fui além na conversa:

- Porquê essa pressa toda Sr. Carlos?

- Esqueci de pegar uma coisa em casa. Estou voltando pra buscar... estou um pouco atrasado pois tenho um compromisso agora e ainda tenho que levar o Albert no Centro Médico fazer um check up de sua saúde - respondeu Sr. Carlos em tom angustiado. 

Sr. Carlos parou no andar nº 1 e saiu em disparada para seu apartamento. 

Subi até meu andar, mas fiquei curioso e resolvi voltar para a rua. 

Ao sair do prédio, vejo as fezes do Albert logo na porta de saída. Ao lado do cocô do animal, estava Dona Franzina, esposa do Sr Carlos. Parecia estar zangada. Olhava para as fezes com tamanha raiva, parecia que estava brava com Sr Carlos. 

Sr. Carlos então aparece novamente, em uma correria doida, com um saco na mão. Começa a pegar as fezes do Albert com pressa. 

Dona Franzina então pega o Albert no colo. A rua estava úmida da chuva do dia anterior, não era bom para a saúde do cão molhar suas patas. 

Albert continuava lá, com cara de quem estava assustado com aquilo tudo. Não estava entendendo porra nenhuma, na verdade. Pude traçar algumas coisas que passavam na sua cabeça animal:

"Poxa, deixa eu descer carai... to querendo dar uma mijada"

"Tira essa roupa maldita, ta me sufocando. Tenho pelos!"

De repente Dona Franzina me chama pelo nome. Saio do meu devaneio e respondo 

- "Opa..tudo bem Dona Franzina? Posso ajudar?"

- Você não está sabendo?

- Sabendo de quê Dona Franzina? - respondi prontamente

- O Amir, do 805 morreu hoje. Era um cachorro muito prestativo e carinhoso para todos nós. E pensar que comemoramos juntos seu aniversário de 10 anos mês passado... Uma festa tão boa... Ai..Amir...que falta que você vai fazer... Ele era muito amigo do Albert. O Albert também está muito triste com isso. O Velório será daqui a pouco, estamos atrasados. Você não vai?

- Opa..não Dona Franzina. Nem estava sabendo.. sério mesmo? 

- Sim. E o enterro será amanhã no Parque da Paz Animal, as 10h da manhã. O Barnei do 506, o Brian do 704 e mais outros 8 amigos do Amir estão indo também. O Albert está atrasado pro velório. Sua saúde não anda nada bem. Ele parece que está com muita gordura corporal, perdendo ritmo cardíaco e fôlego.  

- Talvez é bom o Albert começar a descer de escada, Sra Franzina, não acha melhor? Pode melhorar o condicionamento dele. Talvez soltar ele mais também na rua ajuda... ele está com cara que quer brincar na praia - respondi.

- Faz um grande favor pra mim? Mande um "meus pêsames" a todos os amigos do Amir e aos familiares. Infelizmente é uma grande perda pro prédio e pra toda comunidade dessa cidade. Já saiu no Mortuário do Jornal? - Continuei

Pego minhas coisas, subo para casa. E ouço todos os cães do prédio e redondezas latindo em harmonia pela dor da perda do amigo Amir.



quinta-feira, 15 de julho de 2021

O mundo sem as redes sociais

A partir de quando voce para de tentar ser alguem que não é, abre-se um espaço para ser quem realmente é. Midias sociais te transformam no que voce nao é, pois o Ego governa.
Entao...

A paz no coração volta a reinar
 Agora... você só tem que lidar com coisas importantes que estão ao seu redor

Despido, nu.
Você apenas é.

Sem influências externas exageradas
Muitas vezes sem sentido algum
De habitos inconscientes, muitas vezes irracionais
Sem gritos histéricos
Sem raiva e sem julgamentos superficiais
Sem guerra de lados
Sem esquerda, direita
Polarização

Um vazio aconchegante, que te convida
Uma sensação que ja sentiu quando era pequeno
Que trazia reflexão e foco
Que não traz mais ansiedade 
Nem pensamento acelerado
Traz somente o necessario

A mochila pesa muito menos 
É engraçado como resolvemos cair nessa armadilha do Ego
As redes sociais estão entupidas de Ego.
Sim. Puro Ego. Puro Ruído
Uma vida de Plástico.

A vida insondável. Misteriosa
É a vida real
Com quem ama de verdade
Onde tudo é contado
E a forma da história... quem dá é quem ouve
Da as cores e o tom 
Que mudam a todo momento
A cada história contada
Algo orgânico. E não Plástico.

Os vicios
Personagens no touch da tela
Agora ficam perdidos
Sem espaço
São convidados a se retirar 
Pelo chá, pelo violão
Pela calmaria
E por outras coisas 
Que só acontecem no Agora.

Amem.
Desejo muita paz. Que saibam lidar com esse frenesi louco que viemos a viver nestes tempos de tecnologia. Onde tudo é para ontem. 
E na verdade não é. Criamos esse monstro.
Que te impede de enxergar alem da tela do smartphone. 



segunda-feira, 14 de junho de 2021

Pedal em Pedra Azul

Depois de um bom tempo de molho sem escrever absolutamente nada, vai ai uma postagem rapida. Confesso que dei uma desanimada de escrever e detalhar tudo o que acontece, talvez pelo fato de estar vivenciando muita coisa e não esta dando tempo de sentar para escrever. So tenho registrado os momentos com fotos para eu me lembrar mais para frente. 
Resolvi pelo menos por as resenhas do episodio, assim me fara lembrar do episodio inteiro em detalhes.

Resenhas do pedal pedra azul:
- Quase mijando na calça na van, na subida de Pedra Azul
- Rolê festa. Muita foto e pouco pedal. Mas mesmo assim foi bacana conhecer a galera nova
- Papudo. Tempao sem.pedalar com ele. Foi bacana encontrar
- Alexandre e os esquema em Pedra Azul
- Carona de volta entulhado no fundo do carro do Papudo

Fiquei de voltar e fazer o Caxixe num role nais rootz.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Moto aventura - Expedição Caparaó 2020 - 10 a 13/07/2020

No dia 11/07 saímos sentido Caparaó. Fomos eu e Paulo Piazer, meu empresário.
O objetivo era desbravar a região. Devido a pandemia da COVID 19, sabia que não encontraria estrutura e muito menos lugar para ficar hospedado.

Montei o equipamento, pronto para ficar onde tivesse 2 m2 de área para instalar uma barraca, que poderia ser na varanda de alguém, na beira de algum rio ou em qualquer outro lugar que oferecesse certa segurança. Saímos as 08h da manhã sentido 262.







O dia estava muito bom de pilotar. Frio, tempo variando entre nublado e sol. Mas o sol de inverno é gostoso de sentir. Subimos as montanhas capixabas e seguimos rumo a Hidrolândia.
São aproximadamente 240 km da Grande Vitória.
Chegamos em Hidrolândia e estava fechado. Aberto apenas para visitação. Insistimos com o Dono em ficar, mas o dono não cedeu. Foi quase....rs "E ae Paulo, bora tocar o barco então".

Tocamos pela estrada de terra ao redor do Caparaó até a comunidade de Rio Claro. Fomos tentar o segundo camping, mas também estava fechado. Nos receberam, explicaram da pandemia. Tudo certo, já era esperado. Até que um motoqueiro de trilha nos disse que a Cachoeira do Segredo estava recebendo gente. Partimos pra lá e nos receberam.







O lugar era fantástico: muita mata nativa em volta, onde do lado beira um rio e a cachoeira do segredo. Do lado, muitos pés de café, bonito até de ver. Tudo carregado! Época de colheita.

Deixamos as motos e montamos acampamento.
Tinha mais gente lá acampada, uma excursão de MG (Ipatinga) e outra do RJ. O dono já nos recebeu com uma cerveja gelada.
Papo vai papo vem, perguntaram se eu toco violão. Disse "sim, só não sei se o estilo vai agradar". Afinal, rock não é todo mundo que curte.

Inventaram que eu ia tocar para a excursão, como se o dono houvesse me contratado e que eu era amigo dele a muito tempo. Um verdadeiro marketing. Pensei "Pelo menos vai me bancar a cerveja né??".  Fizeram a paleta de tampa de garrafa PETde 2L e me entregaram. Bem... vamo lá né.

Fim da tarde esfriou bastante, o café da cafeteira italiana do Paulo "salvou a lavoura".
A noite fizeram fogueira e fui lá tocar. Foi bacana demais. Mas é impressionante como as pessoas não conseguem prestar a atenção. São inquietos, não entendo o porque mas finjo que esta tudo bem e sigo fazendo o som.

Depois de tomar algumas latinhas de Bohemia, eu já estava arrumado.
Mais tarde um jovem rapaz pediu em namoro a moça (quase  casório), pediram pra eu tocar uma música romântica. Pensei, pensei "e eu sei tocar algo romântico??" kkkk


            

Larguei "La Belle de Jour"  lá e deixei o pau quebrar. O casal ficou feliz. Pronto, tinha cumprido minha missão.

Nessa 2ª rodada, a galera estava mais desatenta (após o pedido de namoro). Daí achei melhor era ir dormir, "JÁ CHEGA". Pensei.

No domingo cedo fomos desbravar Hidrolândia. Falamos para o dono que conseguimos hotel em Manhumirim. Vai que ele manda a polícia atras e manda fechar onde estávamos... (que situação que essa pandemia causou viu...).

Entramos em Hidrolândia. Na minha visão, é bonito lá. Mas vendem muito por fotos fantásticas de instagram, que levam uma outra conotação para o local. O local é bonito, mas acho que poderia ter menos glamour do instagram. A cachoeira do Rogério, por exemplo, que frequentamos na parte da tarde é muito mais fantástica e imponente. Energia completamente diferente. Breve exploro mais a respeito.

As fotos realmente ficaram iradas. A água, bem gelada. Rolou só um banho pois deu uma esfriada e eu tinha que secar no sol.











Voltamos ao camping. Tava rolando feijoada. Como não estou comendo carne desde 13/05/2020 fiz meu arroz com lentilhas que havia levado (pretendo não comer mais carne por mudança de hábito mesmo, consciência coletiva, ambiental, outros pontos de vista, etc. depois um dia escrevo sobre isso).
Fiz questão de fazer meu rango pois lembrei do dono da cachoeira me dizendo no dia anterior "Você não come carne?? Pois amanha vai ser legal, quero ver você enchendo o prato de verdura e pagando preço de carne". Se fudeu por pensar assim e brincar assim rs.

Na parte da tarde fui conhecer o Poço do Egito, lugar muito bonito também. Fica a 500 m do camping, subindo a estrada.

Pessoal bacana de lá, muito receptivos.



Depois seguimos para o Refúgio do Cedro, café que foi eleito 8º melhor café do Brasil. Conhecemos o Cedro e sua família. Na sua propriedade há a Cachoeira do Rogério, muito fantástica e imponente como eu havia comentado. Há uns poços na parte de cima da cachoeira onde o Pôr do sol é muito foda. Lugar pra ficar uns 2 dias viu. Eles breve vão alugar a casinha lá pra temporadas e fim de semana. Peguei uma amostra dele de 250 g. O café é fantástico, encorpado e intenso.











A noite foi a vez do céu estrelado. Rapaz. Que espetáculo de estrelas. E as fotos ficaram fodas, deu pra pegar até a Via Lactea. Foda demais.


Via Lactea





No outro dia armamos acampamento, despedimos da turma e descemos contornando o Caparaó pela estrada de cháo, passando por várias cidades (Patrimônio da Penha, etc). Fiz esse rolê uma vez de bike, em 2016, segue o link: https://calungao.blogspot.com/2016/11/registro-cicloviagem-caparao-26112016.html

Bom. Uma coisa é certa: tava precisando dessa dose de adrenalina na veia, depois desses 4 meses preso em casa devido pandemia Covid19.


terça-feira, 26 de maio de 2020

"MEMENTO MORI" - Dia após o outro




Um dia após o outro. Minuto a minuto... segundo a segundo... batimento cardíaco a batimento cardíaco. Como se fosse um metrônomo sem fim, que faz o "contar das marcações" de cada movimento seu, cada respiração.
Sim, a Vida é isso. Apenas isso, apesar do "apenas" significar grande profundidade.
É o movimento e o fluir de cada momento.

O passado é o rastro que foi feito nesse "tic-tac" contínuo. A História é a coletânea de momentos em união. Fatos contínuos num determinado período de tempo. Vendo do Presente, o Passado não deixa de ser uma ilusão: "nostalgia" quando o a lembrança é boa e "culpa" quando a lembrança é ruim. Criações da mente. 

O Futuro? Simplesmente outra ilusão porém projetada num tempo que não existe. Quando o futuro é bom, chamamos de "esperança" porém quando o futuro é ruim chamamos de "medo".  Quem cria é a mente.

Tive mais uma vez a consciência da finitude da vida com a perda de um grande amigo meu: Cláudio Valli da Hora (in memorian). Grande poeta, compositor, baterista e amigo. A vida dele teve fim e nos pegou completamente desprevenidos, numa manhã de quarta feira (13 de maio de 2020). Minha consciência sussurrou no meu ouvido, no meio do enterro: "Memento Mori" ou "Lembre-se da morte". Para que ficasse bem claro que de nada adiantava agora. Do quão importante é aproveitar cada respiração enquanto se ainda a tem. O corpo do meu amigo estava ali. E o que importa agora?
É o que FOI. E o que FOI é apenas a junção de vários "AGORAS" que aconteceram sucessivamente. Se foram aproveitados ou não da melhor maneira, sua consciência vai te dizer quando estiver diante da morte. A minha assim o fez, me jogando em um espiral de saudade e momentos inesquecíveis, composições musicais fantásticas e momentos de amizade. 
E o tempo, o que é agora diante da morte? Nada. Só lembranças.

"Memento Mori". Essa frase era muito usada na Grécia antiga, quando os grandes imperadores esbanjavam-se em vaidades exageradas, orgulhos, soberba, brigas inúteis. Alguém fazia questão de avisá-los: "Memento mori!", para lembrá-los da finitude da vida, para que se voltassem para o Presente. Para a consciência da finitude. E para o que realmente importa, esquecendo as futilidades. É uma das bases do ESTOICISMO, assunto que tenho estudado bastante nos últimos meses. Uma verdadeira filosofia de como levar a vida.

Assim, volto para minha casa triste pela perda de um amigo, mas ao mesmo tempo consciente de que cada dia deve ser intenso. Intenso nem sempre de se fazer mais coisas, porem de se ter consciência e concentração do que esta fazendo, nos sentidos do corpo. De VIVER de verdade, e jamais deixar passar um oportunidade de fazer ou dizer algo a alguém.
Sempre se basear no "memento mori", balizando as decisões e formas de agir.

Pare de tratar seu tempo como algo infinito e desperdiçá-lo com coisas triviais, não focando na vida que você deseja. Esse tempo de vida fazendo algo trivial será em vão, um desperdício de um presente tão valioso. Depois não adianta mais correr atrás.

Indicação de livro: "Meditações de Marco Aurélio"

sexta-feira, 22 de maio de 2020

A INVEJA

Nem precisa comentar que inveja é uma bosta.
Mas quero falar do sentimento em si. E da perspectiva de comportamento que temos que nos questionar dia a dia para sermos melhores.

A inveja surge do sentimento de impotência, diante de alguém que possui algo que você não pode ter (como se fosse um desgosto pela felicidade alheia). Não pode ter porque não se dedica, claro. Mas ao invés de você reconhecer essa fraqueza em você, você prefere desmerecer o trabalho de alguém, criticar em público, etc. Aquelas piadinhas que as pessoas fazem com alguém, mas na verdade está doido pra ser a pessoa.
Já me peguei errando nisso. Mas tomei consciência (o que me permitiu até escrever sobre isso rs).

Dessas coisas, tiramos lições. Porque tanta dificuldade de reconhecer nossas fraquezas, nossas angústias? Boa pergunta. Talvez é algo intrínseco do ser humano e quem sou eu para julgar.
Juntei algumas coisas aqui que poderão ser úteis para reconhecer esse sentimento em você e também a lidar com pessoas assim.

Achei uma bela definição:

"Inveja ou invídia, é um sentimento de angústia, ou mesmo raiva, perante o que o outro tem. Este sentimento pode gerar o desejo de ter exatamente o que o outro tem (tanto coisas materiais como qualidades inerentes ao ser), sendo isso uma possível consequência da inveja e não a inveja em si, podendo essa ter outras demais consequências ou não. Esse sentimento é comum na espécie humana e pode ser encontrado em outros animais além deste, demonstrando ter um marco biológico por trás de sua evolução através das espécies.

A inveja pode ser definida como o sentimento de frustração e rancor gerado perante uma vontade não realizada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual. Além disso, pode ser considerada um sintoma em certos transtornos de personalidade, como no Transtorno de Personalidade Borderline, no Transtorno de Personalidade Passivo-Agressiva e no Transtorno de Personalidade Narcisista"

Um dos pontos de vista que estudei afirma que a inveja vem da Pirâmide das Necessidades de Maslow, em busca de sua própria satisfação pessoal ou profissional. Todos os níveis da pirâmide podem influenciar no nível de inveja que sentimos. O conhecimento aqui então se dedica a entender como as necessidades pessoais podem criar o sentimento de inveja. É apenas um caminho para tomar consciência de onde ela vem.

Sempre estamos buscando atingir o topo da piramide.



E como lidar com isso?

Vou comentar uma experiência.
Tenho amigos (se é que isso é amizade...) que fazem criticas e piadinhas em publico, por exemplo. Criticam sem base técnica, na frente dos outros, apenas para desmerecer meu trabalho e as atividades que desempenho. Não ficam felizes com as minhas conquistas. Isso é uma grande pista que a pessoa tem inveja de você.

O primeiro passo para lidar com a inveja é aceitá-la. As vezes dou toques sutis (e as vezes toques ignorantes, porque realmente tem hora que não dá), para ver se a pessoa consegue ver isso nela. É um trabalho difícil. As vezes preciso mostras as qualidades que a pessoa tem para ela ver que é boa também em algo!

Colhendo informações por aí, seguem alguns macetes para lidar com isso.

Primeiro é preciso identificar esses indivíduos
Seguem alguns dos exemplos de comportamentos comuns a quem é invejoso:

  • São competitivos e querem sempre estar à frente
  • Não costumam fazer elogios aos outros
  • Sentem prazer em criticar
  • Subestimam conquistas dos outros e exaltam as suas
  • Não demonstram felicidade com o sucesso alheio
Se você se reconhece com esses comportamentos, ligue seu alerta, aceite o sentimento, abrace-o e aprenda e evolua com ele.

Se tem amigos assim (com certeza tem! rs), cada pessoa é que vai determinar o melhor caminho para conseguir lidar com pessoas assim.
Muitos procuram conversar abertamente com a pessoa. Acho uma boa. Mas corre o risco da pessoa se transformar e ficar ainda pior. Daí, procure afastar e evitar convívio. 

Outro ponto importante: nunca se abra pessoalmente e profissionalmente para a pessoa. Nao conte seus planos de vida. Não dê munição. 
Não fale de suas falhas, medos! Pois isso é um prato cheio, tudo que a pessoa quer ver é você falhar.
Funciona mais ou menos da mesma forma que aqueles colegas de instagram que vê o seus stories mas nunca comenta nada positivo que você faz. Ficam esperando você se fuder. rs 

Independente de tudo, não mude quem você é. Eu adquiri um método forte contra a inveja. Faço a pessoa "comer" o que ela desmereceu a respeito de mim, mostrando com ATITUDES que tudo que ela fizer para me botar pra trás não será suficiente para me parar. E toco o foda-se com essas pessoas, não faço mais questão desse tipo de amizade mais.

Outro ponto importante é mostrar ao invejoso que ele tem qualidades! Esse é o famoso Ganha-ganha, onde o cara percebe que ta fazendo papel de trouxa tendo inveja de você, sendo que ele pode fazer coisas maravilhosas com os talentos também! É o famoso "tapa de luva", cedendo sua face para o invejoso e mostrando toda sua MATURIDADE.